Alessandra (à direita) disputa a bola: a pivô jogou apenas cinco minutos e fez dois pontos (Foto: AFP)Ainda que o Brasil consiga uma boa campanha na segunda fase, o confronto das quartas de final provavelmente seria contra Estados Unidos e Austrália, dois dos maiores favoritos ao título.
Neste sábado, a cestinha brasileira foi Érika, com 14 pontos e 13 rebotes. A jovem Damiris também conseguiu um duplo-duplo, com 10 e 10. Mas a apatia e os 25 desperdícios da equipe foram o retrato da derrota. As espanholas foram comandadas por Amaya Valdemoro, com 17 pontos.
- Temos que acreditar em nós, senão não adianta. Tem que sair de dentro, tem que botar para fora. Tem que confiar. Errou, pega o rebote. Na segunda fase temos que convencer. Não adianta eu ser cestinha, a outra ser cestinha, e não convencer. Confio no grupo e sei que podemos chegar a algum lugar - afirmou Érika, em entrevista ao SporTV após a partida.
O primeiro tempo já desenhou o cenário adverso para o Brasil. Sem vibração, o time via a Espanha passear em quadra. A veterana Érika e a jovem Damiris ainda tentavam dar conta do recado no garrafão, com seis pontos antes do intervalo. Àquela altura, a seleção já tinha errado cinco dos seis chutes de três e cometido incríveis 18 desperdícios de bola.
Se a Espanha já tinha mostrado um ataque bem distribuído no primeiro tempo, a situação ficou ainda mais confortável no terceiro quarto. Com uma sequência de 9 a 3 para abrir o período, a vantagem longo pulou para a casa dos 20 pontos. No último quarto, o Brasil ainda esboçou um princípio de reação, mas foi só um princípio mesmo. Com o semblante da derrota nos rostos, as jogadoras deixaram a quadra cientes de que, daqui em diante, a missão passa a ser ingrata
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