Emerson trata a bolha no pé direito em treino do Fluminense (Foto: Photocamera)Humilde, o jogador evita falar sobre sua importância para o Tricolor e lembra que outras peças fundamentais estiveram ausentes neste período. Emerson, no entanto, demonstrou confiança na recuperação de todos na reta final do campeonato e cobrou uma postura agressiva dos companheiros.
- Não foi só a minha saída. O Fred ficou fora também. Enfim, vários nomes, e cada um tem sua importância no grupo. O Brasileirão é longo e quem tiver o melhor time vai ser campeão. Tivemos algumas perdas que fizeram falta, mas a galera está voltando. Agora é o momento de ver quem é brabo. Temos que ser aguerridos, vamos pensar no título. Não tem mais história. É vencer ou vencer.
Após deixar o treinamento de quarta-feira com a mão na coxa esquerda e queixando-se de uma bolha no pé, o Sheik disse que as notícias sobre um possível desconforto no local da lesão que o tirou das últimas 10 partidas não passaram de um mal-entendido e reafirmou estar recuperado dos dois problemas.
- Uma bolha não me tira do clássico, não. Noticiaram que foi minha coxa. O DM logo em seguida disse que foi a bolha. Mas falaram que coloquei a mão na coxa. Não lembro disso, mas, se aconteceu, foi um movimento natural. O problema foi por conta de um tênis que comprei, um tênis esquisito que me deixou assim (risos). Hoje, estou 100%. Quase.
Apesar de não estar nas condições físicas ideais, Emerson se mostrou empolgado para o clássico.
- Estou há mais de um mês fazendo a parte de recuperação, há oito dias fazendo a parte física. Não é o ideal, mas estou legal, me sentindo confiante. Fico contente pelo reconhecimento (do torcedor), mas a ansiedade pode atrapalhar um pouco. Estou muito concentrado na partida.
Com 52 pontos, o Fluminense é o segundo colocado no Brasileirão, atrás do Cruzeiro, que tem 54 e encara o Grêmio, no Olímpico.
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