inspirada em inscrições no deserto, Seleção sub-20 quer escrever nome na História
Deserto do Atacama é outdoor natural. Meninos prontos para deixarem sua marca também
Com espinhos típicos da região do deserto do Atacama, inúmeras mensagens são produzidas e estampadas nas areias. O conteúdo vai de ditos militares à lemas políticos.
Mas em Tacna há uma outra possibilidade para os jogadores do Brasil escreverem seus nomes na História: levar a Seleção às Olímpiadas e ao Mundial. Para isso, o segundo passo rumo à eternidade ocorre nesta madrugada, à 0h10 (de Brasilia), contra a Colômbia.
Uma vitória mantém o Brasil na liderança e muito próximo à classificação para a segunda fase. Se não devem gravar nomes ou frases nas dunas, os jogadores da Seleção Brasileira sub-20, no entanto, esperam se eternizar na História do futebol brasileiro. Para isso, eles sabem que o inédito ouro olímpico seria a senha definitiva para a glória.
- É um sonho disputar uma Olimpíada e ganhar o ouro pelo Brasil. Espero começar a escrever meu nome na História - projetou Neymar.
O lateral-direito Rafael Galhardo disse que todo o grupo está ciente da responsabilidade em represenatar o país na busca pelas vagas no Mundial e na Olimpíada, e que a chance de se eternizar em Londres é algo que mexe com todos.
O comandante da empreitada histórica é Ney Franco, que ressalta em suas palestras a importância de fazer um bom papel no Peru, que garantirá o passaporte carimbado para Londres. A história, portanto, começa a ser escrita por aqui.
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