Com 22 milhões de euros que recebeu em 2010, Corinthians é o
único clube do Brasil entre os cinco primeiros no ranking
O Timão, inclusive, é um dos principais responsáveis por impulsionar o mercado nacional. Há três anos o Brasil não figurava nem entre os oito primeiros no ranking. Com a contratação de Ronaldo, em dezembro de 2008, o clube paulista inovou e teve um impressionante aumento em suas receitas.
Retorno de Ronaldo ao Brasil impulsionou omercado (Foto: Ag. Estado)
Para o analista, o Corinthians inspirou os demais clubes brasileiros.
- O Corinthians levou Flamengo, São Paulo, Santos - que praticamente dobrou sua receita -, e Palmeiras a terem contratos bem interessantes. Os clubes do Rio Grande do Sul também passaram a arrecadar mais. De um ano para cá, estes valores subiram substancialmente – afirmou Gualdani.
Previsão de crescimento ainda maior
Com uma visão otimista, César Gualdani acredita que a arrecadação dos clubes brasileiros crescerá ainda mais nos próximos anos, principalmente com a proximidade da Copa de 2014, que será realizada no Brasil.
- O mercado brasileiro já é uma plataforma efetiva para patrocinadores e as previsões são ainda mais positivas. Em breve, estará ainda mais próximo da Premier League (Campeonato Inglês) e da Bundesliga (Campeonato Alemão). Tem ainda a Copa, que trará mais exposição internacional para este mercado. As empresas que atrelarem suas marcas ao futebol vão receber um maior nível de atenção nos próximos anos.
Valor do patrocínio master da camisa do Flamengo deve aumentar com Ronaldinho (Foto: Marcelinho de Jesus /- Só a cobertura da imprensa que envolveu a negociação do Ronaldinho foi digna de nota, tamanha a visibilidade. Isso demonstra que possivelmente o Flamengo deve conseguir valores muito substanciais.
Ameaça espanhola
Atualmente, a Espanha aparece apenas na sexta colocação no ranking. No entanto, isso deve mudar em 2011. Até o ano passado, por opção própria, o Barcelona não tinha patrocínio na camisa. Pelo contrário. Pegava a Unicef para estampar a marca da entidade em seu uniforme.
Neste ano a situação mudou. Pela primeira vez em seus 111 anos de história, o clube catalão estampa a logomarca de uma empresa em sua camisa. A Qatar Foundation pagará 30 milhões de euros anuais (cerca de R$ 67 milhões).
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