sábado, 15 de janeiro de 2011

No vôlei, trabalho é para a Olimpíada-2012, mas comissão técnica observa jogadoras para 2016

Divulgação/CBVDivulgação/CBV
Paulo Coco, técnico do time feminino de vôlei do Pinheiros e assistente técnico de José Roberto Guimarães na seleção brasileira
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Enquanto o técnico José Roberto Guimarães segue na temporada europeia de vôlei com o time feminino do Fenerbahce, seu assistente na seleção brasileira, Paulo Coco, comanda o Pinheiros/Mackenzie na Superliga e aproveita para observar as jogadoras que neste ano terão como principal objetivo garantir classificação antecipada para a Olimpíada-2012. E a internet, como lembra Paulinho, passou a ser “ferramenta fundamental” para toda a comissão técnica. - Todos da comissão técnica acompanham, olham, comentam. Estamos sempre em contato, trocando ideias.
O trabalho com a seleção em 2011 terá como foco o Sul-Americano (de 29 de setembro a 2 de outubro, no Peru, em cidade a ser definida) e a Copa do Mundo do Japão (de 4 a 18 de novembro), que garante três vagas para os Jogos de Londres (a competição sul-americana é classificatória para o torneio asiático).
Paulinho Coco lembra que o planejamento da seleção é, na verdade, por ciclos olímpicos. Mas a comissão técnica também já precisa pensar adiante e trabalhar para a Olimpíada do Rio de Janeiro-2016.
Por isso, para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro (período muito próximo da Copa do Japão), poderá ser enviada uma seleção B, com jogadoras mais jovens, que precisem de mais rodagem internacional.
Decisões ainda serão tomadas
O ano tem Montreux, Grand Prix e Copa Pan-Americana, torneios que ainda precisam ser discutidos pela comissão técnica, como observa Paulo Coco.
- O trabalho principal é para a classificação à Olimpíada, na Copa do Mundo. Mas, para termos acesso a ela, precisamos do Sul-Americano. A partir dessas duas competições é que veremos o que fazer com relação às outras.
Como a final da Superliga ficou para 1º de maio, o início do trabalho com a seleção será adiado em duas semanas. Até lá, o técnico do Pinheiros faz o trabalho paralelo de observador de atletas de outras equipes, para a seleção.
- Estamos na metade do ciclo olímpico, lutando pela classificação para Londres-2012. Mas, desde o ano passado, também pensando em 2016. Temos de preparar as jogadoras. Várias do grupo atual deverão estar na Olimpíada do Rio de Janeiro, como as meios de rede, que são jovens. Precisamos incrementar a busca de opostos, de ponteiras.

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