Treinador diz que o camisa 10, por ter muita qualidade nos passes e lançamentos, precisa ter uma referência ofensiva para funcionar melhor
- O Rivaldo foi importante. Ele conseguiu dar a pausa ao time. Tivemos dificuldades com isso no primeiro tempo, nosso time estava saindo muito da área - lembrou o treinador, que colocou o meio-campista na vaga do atacante Fernandinho, que ainda não está no mesmo nível físico dos companheiros.
O treinador acredita que Rivaldo ainda poderá crescer de rendimento no São Paulo. Para ele, o veterano de 39 anos precisa de uma referência ofensiva para poder fazer a diferença com seus passes e lançamentos e isso a equipe só terá quando Luis Fabiano se recuperar do problema no tendão do joelho direito. Enquanto isso não acontece, Dagoberto é quem quebra o galho atuando como homem mais centralizado do ataque são-paulino.
Meia teve boa participação no segundo tempo do jogo contra o Figueirense (Foto: Agência Estado)Rivaldo, por sua vez, ganhou novo ânimo após o jogo contra o Figueirense, principalmente porque ele teve tempo para mostrar serviço. Em suas últimas apresentações, o meia havia jogado poucos minutos por partida, o que diminui a chance de fazer algo de destaque.
- Depois da eliminação no Paulista e a desclassificação na Copa do Brasil, foi ótimo ter essas duas vitórias. Estamos pegando ânimo e isso é importante. Fico feliz Minha posição é esta: tentar enfiadas para os jogadores. Errei algumas, acertei outras, vou continuar trabalhando – ressaltou
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