Vice-presidente da Comissão, Romário acredita que será necessário intervir para pedir um afrouxamento das exigências do Caderno de Encargos da Fifa. "Desde que foi construída, a Arena da Baixada sempre foi um modelo de estádio do Brasil. Entendemos que a Fifa tenha um Caderno de Encargos, mas tudo tem um limite. O torcedor brasileiro não é alemão, francês, inglês... Precisamos fazer uma Copa dentro daquilo necessário para o país", avaliou.
A maior preocupação em Curitiba são os custos para reforma da Arena, que passaram de R$ 135 milhões para R$ 220 milhões, diferença que o Furacão já adiantou que não pagará. As principais mudanças em relação ao projeto inicial são a construção de um prédio com 5 mil metros quadrados para abrigar o centro de imprensa, troca de todas as cadeiras e do sistema de iluminação, instalação de geradores de luz e sistema de ar condicionado, rebaixamento do gramado e novo sistema de irrigação.
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