quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pai de Chera volta a se rebelar contra o Santos e busca novo clube para o jovem


  • Jean Chera ganha fama em 2005, aos nove anos, ao ter vídeos de atuações pelo o Adap-PR exibido no Fantástico, da Rede Globo, e na internet. No mesmo ano, ele foi disputado por grandes clubes do país, e acabou sendo contratado pelo Santos Jean Chera ganha fama em 2005, aos nove anos, ao ter vídeos de atuações pelo o Adap-PR exibido no "Fantástico", da Rede Globo, e na internet. No mesmo ano, ele foi disputado por grandes clubes do país, e acabou sendo contratado pelo Santos
A promessa da base santista, Jean Chera, vive outra crise de relacionamento com o Santos. Após ser ordenado pelo pai, Celso Chera, a abandonar o clube em março por não ter exigências contratuais atendidas, e retornar pouco depois, o representante do jovem volta tomar uma atitude radical, e agora quer que o filho atue em outra agremiação.

“Ele não vai mais jogar no Santos. Nós não fomos respeitados e vamos anunciar um novo clube para o Jean até o fim de semana. No Santos ele não fica mais”, disse Celso.

A mudança de conduta se deve ao fato de Jean Chera estar sendo pouco aproveitado no elenco sub-17 do Santos. Como o jovem completou 16 anos no último dia 12, e ainda não assinou vínculo profissional com o alvinegro, uma transferência para outra agremiação é simples, já que o adolescente não está sob contrato com o alvinegro.
“Não existe cláusula de titularidade no Santos para ninguém. Não adianta fazer pressão, nós vamos atender a grandeza do Santos”, disparou o presidente santista Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro.

Jean tem oferta do Genoa-ITA com salário maior do que o ofertado pelo Santos. Segundo reportagem publicada pelo UOL Esporte, em abril, Ronaldo e sua agência a 9ine também estão envolvidas no plano de contar com o adolescente, e colocá-lo no Corinthians.
Chera, que mesmo aos 15 anos já treinava com a equipe juvenil (sub-17) desde o ano passado, ganha o maior salário da base santista, cerca de R$ 30 mil. A intenção inicial do pai do jogador era de que o jovem tivesse o ordenado triplicado no primeiro vínculo profissional, válido por três anos, e aumento progressivo significante a cada ano.

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