Filho de craque, jogador é a principal esperança de título para o Uruguai. Conheça um pouco mais sobre o irmão dedicado e atleta de talento
A camisa dele é a 10. Muitas vezes a nota que ele mereceu foi essa. Diego Forlán teve, em 2010, seu ano de glória. Comandou a seleção uruguaia até o quarto lugar na Copa do Mundo da África do Sul. Com gols e exibições fantásticas conquistou o respeito mundial e levou para casa o prêmio de melhor jogador da competição. Foi alçado ao status de craque. O Jornal da Globo mostra um pouco mais sobre este candidato a estrela na Copa América que começa esta semana, na Argentina.
Diego nasceu em uma família que sempre fez sucesso no futebol. Pablo Forlán, pai do jogador, ainda mostra habilidade com a bola. Ele foi um dos maiores jogadores do Uruguai e fez sucesso defendendo o São Paulo na década de 70. Aliás, torcedor são-paulino, preste atenção: a família Forlán ainda sonha ter mais um tricolor na história.
- Eu sempre falo que a minha alegria seria ver Diego entrando pelo mesmo túnel, subindo a escada que eu subi - disse o pai, querendo ver o rapaz com a camisa do São Paulo. Mas este é ainda um sonho sem data para ser realizado, pois Diego segue no Atlético de Madri. Os objetivos mais próximos estão logo ali. E o mais importante será nesta Copa América.
Após brilhar na África do Sul, Diego Forlán teve uma queda de rendimento. As lesões atrapalharam. Mas enquanto se prepara para a Copa América, ele pode ter uma certeza: a camisa 10 estará esperando por ele.
- Eu sigo pensando que tenho em Diego um jogador com muito potencial e que isso é visível. Nem me passa pela cabeça que ele não tenha condições de jogar a Copa América - disse Óscar Tabárez, técnico da seleção uruguaia.
O técnico do Uruguai confia porque sabe que Forlán está acostumado a desafios. O filho de um craque sempre teve conforto e a chance de escolher se seria ou não jogador profissional. Mas nunca poderia imaginar que uma tragédia com a irmã dele, justamente em um dos pontos turísticos de Montevidéu, seria decisiva para seu rumo.
A rambla de Punta Gorda, em Montevidéu, é belíssima. E foi lá que em 14 de setembro de 1991 Alejandra sofreu um acidente e ficou tetraplégica.
- Ele aprendeu muito com o que aconteceu comigo - diz a irmã.
Diego decidiu que levar o futebol a sério seria uma forma de bancar o tratamento de Alejandra. Logo nasceu a Fundação Alejandra Forlán, o xodó da família. Lá, ela trabalha para cuidar de vítimas de acidentes de trânsito. Diego é padrinho do projeto e ajuda sempre que tem tempo livre.
Ir até a cidade dele e falar com a família é ter a chance de conhecer um pouco da personalidade de Forlán.
- Perseverante, disciplinado, muito humano, muito amigo, caseiro, assim é Diego - completa Alejandra.
Diego Forlán: um craque na família. E com a camisa 10 da seleção, tornou-se o filho querido dos uruguaios que querem vê-lo como campeão da Copa América.
Diego nasceu em uma família que sempre fez sucesso no futebol. Pablo Forlán, pai do jogador, ainda mostra habilidade com a bola. Ele foi um dos maiores jogadores do Uruguai e fez sucesso defendendo o São Paulo na década de 70. Aliás, torcedor são-paulino, preste atenção: a família Forlán ainda sonha ter mais um tricolor na história.
- Eu sempre falo que a minha alegria seria ver Diego entrando pelo mesmo túnel, subindo a escada que eu subi - disse o pai, querendo ver o rapaz com a camisa do São Paulo. Mas este é ainda um sonho sem data para ser realizado, pois Diego segue no Atlético de Madri. Os objetivos mais próximos estão logo ali. E o mais importante será nesta Copa América.
Após brilhar na África do Sul, Diego Forlán teve uma queda de rendimento. As lesões atrapalharam. Mas enquanto se prepara para a Copa América, ele pode ter uma certeza: a camisa 10 estará esperando por ele.
- Eu sigo pensando que tenho em Diego um jogador com muito potencial e que isso é visível. Nem me passa pela cabeça que ele não tenha condições de jogar a Copa América - disse Óscar Tabárez, técnico da seleção uruguaia.
O técnico do Uruguai confia porque sabe que Forlán está acostumado a desafios. O filho de um craque sempre teve conforto e a chance de escolher se seria ou não jogador profissional. Mas nunca poderia imaginar que uma tragédia com a irmã dele, justamente em um dos pontos turísticos de Montevidéu, seria decisiva para seu rumo.
A rambla de Punta Gorda, em Montevidéu, é belíssima. E foi lá que em 14 de setembro de 1991 Alejandra sofreu um acidente e ficou tetraplégica.
- Ele aprendeu muito com o que aconteceu comigo - diz a irmã.
Diego decidiu que levar o futebol a sério seria uma forma de bancar o tratamento de Alejandra. Logo nasceu a Fundação Alejandra Forlán, o xodó da família. Lá, ela trabalha para cuidar de vítimas de acidentes de trânsito. Diego é padrinho do projeto e ajuda sempre que tem tempo livre.
Ir até a cidade dele e falar com a família é ter a chance de conhecer um pouco da personalidade de Forlán.
- Perseverante, disciplinado, muito humano, muito amigo, caseiro, assim é Diego - completa Alejandra.
Diego Forlán: um craque na família. E com a camisa 10 da seleção, tornou-se o filho querido dos uruguaios que querem vê-lo como campeão da Copa América.
Nenhum comentário:
Postar um comentário