Depois de 14 anos, brasileiro retorna ao clube, que defendeu como jogador
O PSG também revogou o mandato de Robin Leproux na presidência do clube, algo que, de acordo com a imprensa local, era o único empecilho para a contratação do ex-treinador da Inter. Benoit Rousseau, diretor financeiro na última temporada, assumirá o cargo.
A primeira missão de Leo é recolocar o clube parisiense na elite do futebol francês e acabar com um jejum de 17 anos sem títulos do Campeonato Francês.
Para reerguer o Paris Saint Germain, o brasileiro não promete reforços galácticos. Prefere estudar as deficiências da equipe para ser pontual nas contratações.
– Não há pressa. Assim como os novos donos do clube, estamos aqui para realizarmos um trabalho a longo prazo. Não será comprando dez jogadores como Messi que iremos ter sucesso. Primeiro, conversarei com o treinador Antoine Kombouare para definirmos o elenco – contou Leo.
Outro tópico abordado durante a entrevista do brasileiro foi sua ligação com os parisienses. Como jogador, Leonardo defendeu as cores do clube da capital francesa durante a temporada 1996/1997.
– Passei 14 meses intensos neste clube. Tenho lembranças muito fortes guardadas. Não foi fácil deixar a Itália, mas é um prazer estar de volta. Não tenho medo da responsabilidade que me foi confiada.
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