sexta-feira, 1 de julho de 2011

Triste, vice do Fluminense lamenta não ter o que fazer por Conca




O camisa 11, grande símbolo da conquista do Campeonato Brasileiro, pode ter se despedido do Fluminense nesta quinta-feira. Foto: Caio Amy/Photocamera/Divulgação Meia Conca deve deixar o Fluminense para atuar no futebol chinês

RAFAEL PAIVA
O clima de tristeza passado pelos torcedores tricolores nas arquibancadas do Engenhão durante a última partida de Conca com a camisa tricolor - durante a vitória por 3 a 1 para o Atlético-PR -, nesta quinta, foi compartilhado pelo vice de futebol Sandro Lima, o Sandrão.
"Não há nada que o Fluminense possa fazer. Tudo o que podíamos foi feito, agora depende do jogador. A proposta está na mão dele. É uma coisa boa para ele, um negócio milionário. É esperar para ver se vai fechar ou não. O Fluminense não quer atrasar a vida do jogador", disse, muito abatido.
Sandrão ainda admitiu que Abel Braga desejava uma conversa com o intuito de convencer o argentino a ficar no clube. Isso, porém, também não foi realizado.
"Abel pediu que o Fluminense fizesse um discurso para segurá-lo, mas não teve jeito", resumiu.
O clube chinês Guangzhou Evergrande ofereceu US$ 12 milhões (cerca de R$ 18,7 milhões) pelos direitos econômicos do atleta, que é fatiado entre Fluminense (40%), Unimed (40%) e Traffic (20%). Caberá ao clube tricolor a quantia de US$ 4,8 milhões (R$ 7,9 milhões).

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