Jogador defende a realização de mais partidas no estádio do Morumbi
O goleiro Marcos deixou o gramado do Morumbi satisfeito com o empate do Palmeiras contra o São Paulo, neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. O goleiro exaltou a exibição da equipe no segundo tempo e comemorou o fato de o adversário não ter conseguido abrir uma grande diferença de pontos na classificação. Além disso, elogiou o golaço marcado por Dagoberto.
- Não poderíamos deixar o São Paulo ganhar porque abriria uma distância grande. Foi bom pelo resultado e por jogarmos no Morumbi, saindo perdendo e buscando o gol. Estamos de parabéns pelo segundo tempo. Entrei no vestiário xingando, falando para chutar para marcar e não para ver o que vai acontecer. Se vai dividir, divide para rachar. Se for de cabeça, tem de rachar a cabeça. No segundo tempo, o Palmeiras foi Palmeiras. Temos de jogar sempre como no segundo tempo – afirmou.
- Todos os times são iguais. Sabemos que não somos melhores que ninguém, mas também não tem ninguém sobrando. Quando você acha que um é candidato, ele acaba perdendo. É muito igual. Se quisermos ser campeões, sabemos que o sofrimento será até o final – ressaltou.
Marcos destacou também o gol marcado por Dagoberto no primeiro tempo, colocando o São Paulo em vantagem. No lance, o atacante driblou um marcador e tocou por cobertura, pegando o goleiro um pouco adiantado. Minutos antes, o ídolo alviverde já havia feito linda defesa em chute de Fernandinho.
- Foi um golaço, né? Eu estava um pouco adiantando. Se não jogasse assim, não tinha pego o chute do Fernandinho. O Dagoberto é um jogador inteligente, artilheiro, talvez, tenha visto o chute do Fernandinho. Para o atacante é sempre mais fácil que para o goleiro. Fintar e chutar é melhor do que pegar um chute a 120 km/h. Só tenho que dar os parabéns a ele – disse.
O pentacampeão gostaria que o Palmeiras voltasse a mandar algumas partidas no Morumbi. O clube vem utilizando o Canindé ou o Pacaembu durante o processo de reforma do Palestra Itália. Na próxima semana, o Verdão enfrenta o arquirrival Corinthians em Presidente Prudente. Ambos estão unidos contra o Tricolor. O Timão não joga na casa são-paulina desde uma divergência por ingressos em 2009.- Fico triste por jogar aqui só uma ou duas vezes no ano. A estrutura é fantástica, todo jogador gosta, a iluminação não atrapalha. Acho que por causa de briga política acabamos ficando fora daqui. Antigamente, jogávamos contra o Corinthians, contra outros grandes e até partidas da Libertadores. Merecia ter mais clássicos – finalizou.
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