AFP
A vitória faz o Barcelona ultrapassar o Milan na tabela de classificação do Grupo H, agora com dez pontos. Enquanto isso, o Milan ficou com oito graças ao empate diante do BATE Borisov, que atingiu dois. O Viktoria, dessa forma, é lanterna da chave com apenas um ponto.
O Jogo - O resultado do duelo em Camp Nou se repetiu na República Tcheca pelo simples fato de que o Viktoria impôs a mesma dificuldade que no outro confronto, mas não teve qualidade técnica suficiente para derrotar o time espanhol e, mesmo assim, não lamentou. Perderam para os melhores do mundo.
Com apenas cinco minutos de bola rolando, Messi teve a primeira oportunidade de abrir o placar com finalização defendida em dois tempos por Pavlik. O lance seguinte foi a primeira chance real do Vik na primeira etapa, quando Pilar não tomou conhecimento da marcação de Daniel Alves e fez o cruzamento com perigo, para defesa de Valdés. A jogada se repetiria instantes depois, com finalização de Kolar.
Aos 12 minutos, Fabregas caiu na área depois de fazer o domínio dentro da área, mas o árbitro não marcou nada, para o protesto dos jogadores do Barça. Aos 20, o mesmo Fabregas criaria a primeira boa chance dos visitantes mas, após fintar pelo meio, errou a batida.
O gol finalmente saiu aos 23, em cobrança de pênalti precisa de Messi, que havia sofrido a infração no minuto anterior. O argentino recebeu na área e foi derrubado por Cisovsky, que acabou devidamente expulso. Na batida, Messi deslocou Pavlik e abriu a contagem.
Depois de muito pressionar e detendo quase 70% da posse de bola, o Barcelona aumentaria o placar aos 46, após boa tabela com Adriano, que deixou Messi na cara do gol, para bater na saída do goleiro e aumentar a vantagem.
As limitações do Viktoria eram visíveis e com um a menos ficou ainda mais complicado para o time de Pilsen reagir na partida. Sem sair do campo de defesa, os anfitriões ficaram reféns do ímpeto barcelonista, que quase resultou em gol aos dois minutos, com Fabregas, aos nove com Messi e aos 21, com Thiago Alcântara, que acertou o travessão em cabeceada.
O Barça seria premiado aos 26, com o eficiente Fabregas, que recebeu cruzamento preciso no meio da área depois de jogada armada por Cuenca. O camisa 4 cabeceou no canto e selou a vitória da equipe espanhola que, depois disso, lançou mão até mesmo de Aléxis Sánchez, o "Niño Maravilla", que ficou dois meses afastado dos gramados.
Sem que o chileno pudesse mudar o panorama da partida, o Barcelona manteve a absoluta posse de bola e só tocou de lado esperando o apito final. Entretanto, Messi é imprevisível, do mesmo modo que o Barcelona. Com toque de calcanhar do zagueiro Piqué, o argentino marcou o quarto e fechou a conta.

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