domingo, 10 de julho de 2011

Em final disputado, Rogério vence tie-break e fecha 5 a 0

Rogério se prepara para sacar contra Cuevas: após final disputado, nova vitória e 5 a 0 no geral. Foto: Felipe Schroeder Franke/Terra Rogério se prepara para sacar contra Cuevas: após final disputado, nova vitória e 5 a 0 no geral
Foto: Felipe Schroeder Franke/Terra

Convocado novamente pelo capitão brasileiro, Rogério da Silva entrou em quadra pelo quinto e último confronto do Brasil contra o Uruguai e não decepcionou, fechando a partida em 2 sets a 0 e provendo um placar perfeito ao Brasil: 5 jogos a 0, sem nenhum set perdido. Por pouco.
Rogério entrou em quadra pouco depois de Bruno Soares dar o quarto ponto ao Brasil em uma vitória tranquila sobre Ariel Behar. Mas Martin Cuevas entrou no saibro de Montevidéo dedicado a um jogo agressivo. O jogo segui equilibrado até a metade do primeiro set, quando Rogério, mais consistente, correu muito, aguentou a pressão, e conseguiu a primeira quebra, abrindo 4 a 2, decisiva para fechar o primeiro set em 6/4.
A segunda parcial começou com Rogério mantendo a pressão. Após sucessivas chances, a primeira quebra veio no quinto game, e a impressão era que o jogo caminhava para um novo 6/4. Mas quando sacou em 5/4, Rogério encontrou um Cuevas consistente e decidido a não entregar o jogo. Explorando a dificuldade de Rogério em fechar o jogo, devolveu a quebra.
Entre erros e acertos, quedas e acenções de rendimentos, sucerderam-se então duas quebras sucessivas, levando o jogo para o que as torcidas mais queriam: o tie-break. Nele, Cuevas começou a vibrar e pular em quadra a cada mini-breab obtido. No 3/3 veio o ponto emocionalmente decisivo: Rogério empurrou Cuevas ao fundo de quadra e fez um voleio que trincou na fita da rede. Era o caminnho para o fim do jogo: 6/4, 7/6(4).
Foi a estreia de Rogério na Copa Davis, com direito a duas vitórias em dois jogos. "A partir do momento em que entro na quadra, além de honrar as coisas do /brasil, honro a equipe em que estou", respondeu quando perguntado sobre o jogo difícil que teve no último jogo, que não valia classificação, mas sim sua performance e futuras chances de retornar à equipe de Zwetsch em setembro, quando o Brasil tenta retornar ao grupo mundial da Davis.
"Confiava muito no Rogério", comentou o capitão brasileiro, quando perguntado sobre sua avaliação da performance de sua equipe e frisando "a capacidade que ele teria de entrar aqui e enfrentar essa situação de maneira firme". Foram além dos 2 a 0 de hoje, Rogério também abriu a disputa obtendo um 3 a 0 sobre Marcel Felder, que substituíra o contundido Pablo Cuevas: 6/2, 6/2, 6/3.
<="" p=""> João Silva, o "Feijão", teria jogado uma das partidas de hoje, mas pediu para ser liberado e conseguir chegar mais cedo na Colômbia, onde joga o torneio de Bogotá, mirando a participação no US Open, o último Grand Slam da temporada.

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