Rivaldo já viveu quase tudo no futebol. Depois de um início humilde em clubes pequenos, foi estrela da Copa do Mundo, melhor jogador do planeta, viveu fracasso e até se tornou presidente de um clube. Perto do fim da carreira, nem ele poderia imaginar que ainda havia muita coisa para acontecer. Mas sua passagem pelo São Paulo tem sido intensa e ele já passou de ‘zé ninguém’ a idolatrado.
No sábado, Rivaldo voltou a viver o estrelato. Antes mesmo do jogo contra o Cruzeiro, foi mais ovacionado pela torcida que o ídolo Rogério Ceni quando seu nome foi anunciado como titular no sistema de sistema de som do Morumbi.
São Paulo 2 x 1 Cruzeiro
Mas isso só foi possível com a chance dada pelo interino Milton Cruz após a saída de Paulo César Carpegiani do comando do São Paulo. Com o antigo treinador, Rivaldo passou maus momentos e até se excedeu ao brigar publicamente. Depois, não entrou mais em campo.
“Minha paciência depois voltou ao normal, foi mais naquele momento, porque eu estava louco para ser campeões da Copa do Brasil. Eu perdi a cabeça. Quem joga sabe como é difícil ficar no banco, ver os outros sendo entrevistados. Nem vocês (jornalistas) queriam falar comigo e eu passando como Zé Ninguém. Isso me machucava um pouco”, disse.
Logo em sua estreia, Rivaldo criou expectativas e deu sinais de que iria vingar. Se destacou e marcou um gol contra o Linense, pelo Campeonato Paulista, em fevereiro. Mas sofreu uma pequena lesão na coxa direita e não se firmou mais.
Desde o início da temporada atuou em apenas sete partidas como titular e chegou a ter o nome especulado até para se transferir para o Grêmio. Agora, seu destino pode tomar novamente outro rumo em seus últimos passos como profissional do alto de seus 39 anos.








Nenhum comentário:
Postar um comentário